Waldorf Astoria New York reabre com luxo atemporal e novo design
- Eduardo Ko

- 26 de jul. de 2025
- 2 min de leitura
O icônico Waldorf Astoria New York inicia um novo capítulo em sua história, um reencontro com a sua essência. Após anos de meticulosa restauração, o hotel ressurge como uma verdadeira obra-prima de design e memória, onde cada espaço foi pensado como um “ato” de uma narrativa sensorial e atemporal.

Sob a curadoria de nomes como Pierre-Yves Rochon, Jean-Louis Deniot e o estúdio global SOM, o projeto respeita o DNA original da propriedade, inaugurada em 1931, e o traduz com elegância contemporânea. O resultado é um cenário que une passado e futuro com maestria: mármores, bronze, gesso artesanal e móveis sob medida dialogam com tecnologia de ponta e atmosferas intimistas.

O conceito é claro: criar uma experiência de luxo cinematográfico. Como definiu Rochon: “Você não reinventa um lugar como o Waldorf. Você o escuta. A arquitetura fala. Meu papel foi interpretar essa voz com sensibilidade.”

Entre os destaques:
Um layout redesenhado para favorecer ritmo espacial, luz natural e fluidez sensorial
Mais de 375 quartos e 372 residências, com metragem generosa e toque residencial
Reabertura do lendário Peacock Alley, com o relógio de 1893 restaurado
Estreia do novo Guerlain Wellness Spa e da brasserie assinada pelo chef Michael Anthony
Um trio de experiências gastronômicas com sotaques francês, nova-iorquino e japonês
Cada ambiente, do vestíbulo ao lounge, das suítes ao Sert Room, foi concebido para emocionar. O Waldorf, mais do que um hotel, reafirma-se como ícone vivo da sofisticação mundial. Para hóspedes exigentes, é onde a arte da hospitalidade encontra seu ápice.


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